Nascida em Trás-os-montes, os próximos posts serão dedicados aos enchidos, habituais nesta época do ano. Antigamente, feitos depois da matança do porco, com carnes e gorduras frescas, hoje em dia com carne do talho... Começarei com as minhas preferidas as famosas alheiras.
Diz a lenda que foram inventadas pelos Judeus no tempo da Inquisição e para fugirem às perseguições. Nessa altura, os enchidos eram feitos com carne de porco, os Judeus iludiam as pessoas, comendo as alheiras que todos suponham serem chouriços de carne de porco, quando na realidade eram utilizadas carne de aves de caça, galinha e pão. Hoje em dia, as alheiras já são confeccionadas com outro tipo de carne inclusivé carne de porco, carne de javali e até bacalhau...
Tenho de confessar que poucas vezes fiz alheiras e foi em Natais que passei, em casa dos avós, há muito tempo. Encher as alheiras, era a maior brincadeira. No entanto, não sei bem as quantidades, nem outros pormenores, como atar as tripas com os fios, pois têm os seus segredos. Espero que esses segredos não morram, será o fim da tradição na família...
Existem outros detalhes importantes, como uma espécie de funil, do qual não tenho fotografia e que serve para encher as tripas, e sem o qual é impossível fazer as ditas. E por fim, o mais complicado, no final as alheiras ficam penduradas em varas no teto, em fumeiro, junto da lareira acesa, para secarem...
Quanto à receita para a sua confecção, esqueçam as alheiras fritas com ovo e batata fritas... um verdadeiro atentado!! Experimentem alheiras assadas na brasa, com grelos e batatas cozidas, assim são uma delícia! 
http://urrosmogadouro.blogs.sapo.pt
"Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de marca. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros pela cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não."
De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?"
Marley e eu
As noites de Lua Cheia são fascinantes, mágicas, místicas e cheias de mistério!! Esta é a primeira do ano de 2012...
E assim, estão as camélias da Quinta. As bonitas flores bonitas que alegram o Inverno!
Um Domingo feliz!
Dia de Aniversário deste blog, em Dia de Reis!
E já passaram quatro anos, desde o primeiro post a 6 de janeiro de 2008, neste blog ao qual dei o nome "Quinta da Ribeira". Apostei na plataforma Sapo, equipa portuguesa e foi uma boa aposta... sinto que pertenço à equipa do batráquio.
Quatro anos, é muito tempo! Já houve tempo de tristezas, alegrias, desencontros, encontros, desilusões, descobertas e esperanças... Encontrei a cadela Pintas, a minha companheira de quatro patas nesta caminhada.
Em jeito de balanço, sempre adorei aprender, ensinar e partilhar, este blog serve esse propósito na perfeição e ao mesmo tempo, encontrei neste cantinho muitos amigos.
Os amigos não têm de morar na porta ao lado, têm morar dentro de nós, no coração!
Ainda, no rescaldo da noite da passagem do ano e continuando na onda do cocktail anterior... Apresento, este muito conhecido, cocktail de camarão.
uma dúzia de camarões cozidos e descascados
molho de cocktail
5 colheres de sopa de maionese
3 colheres de sopa de ketchup de tomate
3 gotas de molho inglês
3 gotas de tabasco
1 colher de sopa de conhaque
piri-piri
sal
Para fazer o molho, é muito simples, basta misturar bem todos os ingredientes. As quantidades são meramente indicativas, podem ser alterada ao gosto pessoal. Dispõem-se os camarões numas taças altas e e cobrem-se com molho. Decora-se cada taça com dois ou três camarões em cima. Colocam-se no frio, pois devem ser servido bem frio.
Por vezes, utiliza-se natas neste molho, eu nunca experimentei.
Habitualmente, a apresentação deste cocktail não é esta, são utilizadas duas taças, uma grande de pé redonda que se enche de gelo picado e uma outra sem pé colocada dentro dessas maiores que se enchem com alface em juliana, os camarães e o molho. Futuramente, colocarei essa apresentação, muito interessante.
60g de açúcar
80g de queijo ricotta
1 ovo
80g de farinha
20g de amêndoa em pó
1 colher de café de fermento
3 colheres de café de café solúvel
8 colheres de café de café liquido frio
150g de mascarpone
5 colheres de açúcar em pó
Cacau em pó
sal q.b.
De seguida, misturar estes dois preparados, misturando muito bem e juntando o café liquido. Aquecer o forno a 180ºC. Deitar esta pasta em 6 a 8 forminhas, enchendo até dois terços da sua capacidade e levar ai forno cerca de 20minutos.
Quando prontos, deixá-los arrefecer.
Para fazer a cobertura, basta apenas misturar o queijo mascarpone com o açúcar em pó. Encher um saco de pasteleiro e com uma bico frisado decorar. No fim, polvilhar com cacau em pó e decorar.
Notas: Acho que o queijo ricotta poderá ser substituido por requeijão ou queijo fresco, uma vez que nem sempre é fácil encontrá-lo à venda. Quanto à cobertura o queijo mascarpone, por ser mais espesso, torna a cobertura mais fácil de aplicar do que chantilly.

Entramos na última semana do ano 2011, época de balanços, decisões, promessas e esperança...
Ainda, há razões para acreditar num mundo melhor...
Cá em casa já cheira a Natal! Canela e açúcar são uma combinação perfeita!
Fiz as primeiras rabanadas, aproveitei para experimentar um receita diferente da tradicional. Acho que ficaram mais saborosas, mas esta receita rende muito pouco, pois só consegui fazer cerca de 10 rabanadas.
Habitualmente, passo o pão por leite aromatizado e de seguida por ovo, mas para estas fiz um único "polme", o que torna tudo muito mais rápido e utilizei natas, para ficarem mais macias.
Quem não gosta de dar e receber um bom abraço?
Fabian, o protagonista deste vídeo, vestiu uma roupa de urso carinhoso e foi para a rua tentar conseguir alguns abraços. O facto é que o Fabian, muitas das vezes que viaja de autocarro, tem o assento ao seu lado vazio. O vídeo foi feito pela ‘Pro Infirmis’ e tenta mostrar a verdadeira atitude das pessoas, perante as aparências.
Qual é o problema das pessoas? É preciso disfarce para aproximar as pessoas?
Veja o vídeo até ao fim... só assim entenderá!
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Parabéns a você, nesta data querida, muita felicidade, muitos anos de vida (...)
e os amigos também".
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Figo, substantivo masculino, fruto da figueira (e de outras plantas), que é uma infrutescência denominada sicone; fig. coisa amarrotada ou muito doce; reprimenda;(do latim, ficus)
Pois é, aconteceu.... na Quinta da Ribeira!
O fogo bateu à porta durante a tarde de Domingo, o tempo quente, cerca de 30ºgrau, humidade baixa, muito mato seco, tinha de acontecer...
A rapidez da propagação das chamas é impressionante, acontece tudo muito rápido, quase fiquei sem reacção. Totalmente indefesa e na impossibilidade de o combater sozinha, restou-me a coragem e a bravura dos Bombeiros, grandes homens.
A habitação desde sempre esteve a salvo. Por isso, deixo o meu conselho, nunca plantem árvores resinosas no perímetro da casa, cerca de 50 metros. Este perímetro deve estar limpo de madeira, plástico, latas, etc. Todo o jardim pode correr risco, mas nesta situação a casa está a salvo, infelizmente, já posso falar por experiência própria.
Resta agora, um cheiro a queimado terrível, um fumo que sai do chão e uma imagem negra desoladora...
Mais alguns conselhos:
Logo que se detecte incêndio, manter a calma e alertar aos bombeiros.
Instale mangueiras de rega nos pontos de água, no perímetro à volta da casa, essas mangueiras devem ter punhos com jactos de água.
Utilize umas calças de ganga e um blusão de ganga com mangas, na cabeça um boné ou chapéu e umas botas, seguir todas as instruções dos Bombeiros.
Fechar as janelas e as persianas, fechar o gás e desligar a electricidade, se for caso disso.
Fechar as portas todas mas só com o trinco, pois facilita a entrada e saída em caso de urgência.
Abrir os portões principais, para a entrada dos bombeiros.
Em situação de alto risco, evacuar a família sem esquecer os animais de estimação para um local seguro.
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