Segue o teu destino. Rega as tuas plantas. Ama as tuas rosas. O resto é a sombra de árvores alheias.
Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010
Nem comento...

Cães vacinados repetidas vezes agonizam e morrem de overdose durante aula de Medicina Veterinária, no Brasil.

 

Falta de ética em aula prática de medicina veterinária da UFG, vejam o relato:

No dia 02 de setembro de 2010, foi registado um facto criminoso praticado nas dependências da Universidade Federal de Goiás. Nessa data, entre 9 e 12 horas, foi ministrada uma palestra com um veterinário do centro de zoonoses de Aparecida de Goiânia,  um professor da UFG, para as turmas 55 e 56, do curso de Medicina Veterinária da mesma instituição acima citada.

A palestra que tinha como objectivo orientar os alunos na maneira correcta de como se aplicar vacinas em cães, tendo em vista que os mesmos participarão da campanha de vacinação antirrábica no dia 18 de setembro, na cidade de Aparecida de Goiânia. Depois da referida palestra, os alunos foram  submetidos à prática, que em dupla, um aluno segurava o cão enquanto o outro lhe aplicava a vacina.

Como a atividade era para duas turmas (55 e 56) tinha aproximadamente 80 alunos para apenas 5 cães, todos trazidos do próprio Centro de Zoonoses da cidade de Aparecida de Goiânia. Esses cães não tinham nenhuma limitação aparente, estavam em estado normal e saudáveis, mas devido ao grande número de alunos e a quantidade mínima de cães, foi preciso vacinar aproximadamente 5 vezes cada animalocasionando-lhes intenso sofrimento, pânico, desespero, overdose e posterior eutanásia.

Não havendo motivo nenhum para alegar conhecimento acadêmico, tendo em vista que a actividade não está ligada à nenhuma matéria do curso, e, mesmo se estivesse, há inúmeras maneiras de se evitar tais sofrimentos aos cães, como por exemplo, rodízio nas turmas em dias diferentes e em diversos animais; maior número de cães disponíveis; simulação da vacinação sem aplicar realmente o medicamento; dessa forma assim os alunos aprenderiam como aplicar a vacina e não iria causar alta dosagem nos animais, evitando assim eutanasiá-los.

Tal ocasião afronta completamente o artigo 32, parágrafo primeiro, da lei 9065/98.

Art.  32.  Praticar  ato  de  abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
Os responsáveis devem ser punidos.

 

Contactos da UFG:

Ouvidoria: ouvidoria@reitoria.ufg.br
Reitoria: reitoria@reitoria.ufg.br
Site: http://www.ufg.br/page.php

 

 



publicado por maria mendonça às 01:56
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