Segue o teu destino. Rega as tuas plantas. Ama as tuas rosas. O resto é a sombra de árvores alheias.
Quinta-feira, 25 de Outubro de 2012
Folha...

Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube

que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.


 

Plabo Neruda

 



publicado por maria mendonça às 11:20
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2 comentários:
De Jorge Soares a 25 de Outubro de 2012 às 21:23
Bonitas imagens e belíssimo poema.

Jorge


De maria mendonça a 28 de Outubro de 2012 às 00:42
Obrigada Jorge pela sua visita.
Bom domingo


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