9 comentários:
De Jorge Soares a 29 de Abril de 2012 às 22:44
Bonito o bichinho... há uns tempos vi um parecido aqui perto.. mas as minhas fotografias não ficaram nem parecidas com estas.

Boa semana
Jorge


De maria mendonça a 30 de Abril de 2012 às 17:30
Olá Jorge
Foi mesmo muita sorte!
Provavelmente, não o voltarei a ver tão cedo. É um animal muito bonito, com aqueles olhos amarelos... Dizem que é um mau presságio, encontrá-los, espero que não passe de um mito.
boa semana


De Joaquim a 2 de Maio de 2012 às 09:46
Olá Maria Costa
Parabéns pelas fotos. Já merecia um bónus assim.
Acho que se trata de um Mocho-galego (Athene-
-noctua). Encontrei-o descrito na pág. 134 do Guia Aves de Portugal, da editora Lynx . Apesar de ser uma ave de hábitos nocturnos, a descrição diz que é observado com frequência durante o dia. Se gosta destas aves, poderá colocar uma caixa-ninho na quinta. Quem sabe, talvez um dia, um casal se instale na quinta.
Fique bem.


De Cenourita a 3 de Maio de 2012 às 22:46
Que belas fotos!
Se é bom ou mau presságio, não sei, mas eu adoro ver mochos e corujas. Acho-os lindos!

Beijocas***


De Mar a 27 de Agosto de 2012 às 20:53
Olá, é de facto um mocho-galego, é o mais pequeno dos nossos mochos e pela imagem parece ser pouco maior do que uma pinha portanto sim, o comentário anterior é correto :)
Aproveito para perguntar sobre o combate aos pulgões das roseiras. Estou com o mesmo problema, mas pulverizei com sabao diluido em agua e nao resultou... sabe me dizer de quanto em quanto tempo posso pulverizar, e quanto tempo tenho de esperar depois de pulverizar até poder consumir (neste caso é um tomateiro). Obrigada :)


De maria mendonça a 28 de Agosto de 2012 às 23:48
Boa noite
Obrigada pelo seu comentário.
Relativamente à questão do pulgão, aparecem muitas vezes nas roseiras, opto sempre por soluções caseiras. A do sabão é muito conhecida, aplicada em intervalos de 15 dias e nunca sob sol forte. Às vezes, acrescento umas gotas de óleo .
Para os tomateiros, existe outra, utilizam-se as folhas dos tomateiros, fervem-se em água e pulveriza-se com essa água. Pode experimentar. Relativamente a consumir os frutos, basta lavá-los muitos bem, é a vantagem de se utilizar soluções caseiras, a bem da biodiversidade.
Um grande abraço


De mar a 29 de Agosto de 2012 às 14:01
Obrigada :) essa das folhas do tomateiro não sabia. Quanto ao sabão não está a resultar... ainda hoje lá vi um a passear :(
A pergunta relativa à questão do consumo é que vi num outro site a recomendação de deixar passar 3 semanas após a aplicação do sabão, antes de consumir (mas eram couves)
Beijinhos e obrigada


De Joaquim a 1 de Abril de 2014 às 10:21
Olá Maria
Como diz o ditado, «mais vale tarde, que nunca», ou «a verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima». Passam longos meses, mas neste dia associado à mentira, parece-me apropriado repor uma verdade. E a verdade é que o Mocho-galego, não é o mais pequeno que ocorre em Portugal. Esse título, pertence ao Mocho-de-orelhas, que com os seus 20 cm, é a mais pequena das rapinas nocturnas. É pouco comum e não existem dados que permitam aferir o seu estado de conservação. Assim, é de saudar projectos que incluem a protecção desta pequena ave. Hoje são vários, mas fico-me pelo Altano, cujo símbolo é o Mocho-de-orelhas. Foi uma escolha acertada da família Symington e nas suas quintas, nos últimos anos é visível um repovoamento desta ave, bem como um aumento da fauna e flora silvestre. Não sei da sua veia enófila, mas sei das aves e imagino que fará novas amizades a sul. Uma boa maneira de as cimentar é à volta da mesa. Boa comida, boas sobremesas e fica a sugestão de um bom néctar, que pode ser o mote de longas conversas à volta do vinho, das aves, do Douro, das amizades e como estar com os amigos pode significar ajudar a natureza.
Fique bem e as minhas desculpas pelo atraso :)


De maria mendonça a 1 de Abril de 2014 às 15:28
Olá Joaquim
A minha veia enófila, não é quase nenhuma, sou como a maioria dos portugueses, uma boa comida, acompanhada de boas conversas entre amigos, tem sempre de haver um bom vinho...
Quanto ao Sul, é temporário, brevemente estarei de regresso ao Norte.
Tenho tentado captar algumas aves mas tem sido díficil, talvez quando o tempo melhorar...
Sei que há umas belas cegonhas, mas tenho de encontrar os ninhos. Moro na Costa Vincentina, é uma regalo esta natureza em estado selvagem, um privilégio...
;)


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