De Joaquim a 12 de Janeiro de 2014 às 15:48
Olá Maria
Lamento o desfecho da quinta. Deve ter sido doloroso ter deixado uma parte da sua vida para trás, mas se me permite a franqueza a Maria nunca foi dona da quinta, foi sim por um tempo, uma zelosa fiel depositária e esse tempo findou. Os verdadeiros donos continuam lá e não precisam de escrituras, muros, nem vedações. Acho que sabe a quem me refiro, pois agora a sua consciência da mãe natureza é outra.
Agora tem que seguir o seu destino, como muito bem diz o título do blog. Parece que mais a sul, onde o tempo corre mais devagar e a vida é mais bucólica. Enfim, uma felizarda. Votos de um bom ano :)


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