Hoje, uma dissertação sobre o ovo...
O ovo é, talvez, dos ingredientes culinários o mais extraordinário. Muito económico, de elevado valor nutricional, vitamina A, B1, B2, B12, B6, D3, E, minerais e proteínas, é utilizado em todo o Mundo, pode ser servido doce ou salgado, em massas, em bolos, para pincelar, em molhos e na famosa maionese. O ovo pode ser de avestruz (enorme), pato, galinha ou codorniz (pequeno), ao gosto de cada um, importante é que seja fresco.
Como detectar a frescura dos ovos? Nada mais simples, normalmente pelo cheiro, o ovo fresco não possui qualquer odor. Já o estragado, quando aberto não deixa dúvidas. A clara deve ser translúcida, espessa e de forma firme; a gema saliente, lisa e redonda.
Para testar a frescura podemos fazer o seguinte, colocar o ovo numa tigela com água fria, se o ovo for ao fundo é fresco; se não for completamente ao fundo, serve para omeletas, fritos, mas não cozer e por último, se boiar deve estar estragado, abra para confirmar.
Existem imensas maneiras de confeccionar ovos, começando no simples ovo cozido, quente, recheado, escalfado, coalhado, passando pelo forno, em cocote, gratinado, estrelado, mexido, em omeleta, terminando no famoso soufflé. A nível internacional a frittata italiana, tortilha espanhola, ovo Benedict, crepes Suzetes e os nossos ovos moles são um pecado!
Existem tantas histórias sobre o ovo, o famoso ovo de Colombo, o ovo de Fabergé, ditados e adivinhas "branco é, galinha o põe?"
Depois dos ovos no forno, hoje, a minha proposta é o ovo escalfado...
Depois do Souflé de manga e laranja, chegou o Souflé frio de figo! Pois é, chegou a época deles...
Recebi os primeiros figos e como é uma fruta que não dura muito tempo, depois de fazer uma compota, ainda sobraram uns para o souflé. Ficou divinal! Uma sobremesa 5*, recomendo.
2dl de natas
300g de figo
3 folhas de gelatina
150g de açúcar
1 colher de chá de sumo de limão
1 clara de ovo
cacau para polvilhar q.b.
Comece por demolhar as folhas de gelatina em água fria. Leve os figos ao lume, retirando-lhes a pele com metade do açúcar, o sumo de limão e 0,5 dl de agua, até ferver e ficarem desfeitos.
Bata a clara em castelo firme e as natas com o restante açúcar noutro recipiente. Deixe os figos arrefecerem e junte-lhes as folhas de gelatina espremidas. Depois envolva as natas e clara em castelo ao preparado dos figos. Nesta última operação, à que ter em conta a temperatura dos figos, devem estar mornos a frios, para as claras em castelo não se desfazerem. Verta o preparado final nos recipientes e leve ao frigorifico a solidificar. Na hora de servir, polvilhe com cacau.
Mais uma receita do Chef Henrique Sá Pessoa.
Já tinha experimentado o tártaro de carne e confesso que não fiquei muito fã. A combinação de carne crua com pickles e molho, detestei. Mas esta receita, prendeu a minha atenção desde o início, talvez pela simplicidade dos ingredientes, a confecção ou talvez, porque eu adoro salmão fumado. Fiquei rendida, pois ficou mesmo bom...
Duas simples notas, a receita inclui cerefólio eu não encontrei à venda, apenas inclui salsa e cebolinho. Outro pormenor, a ida ao frigorifico no final, convém ser mesmo muito pouco tempo, tipo 10 minutos, caso contrário o peixe fica demasiado cozido, uma lástima. Acompanhado de uma boa salada, neste caso tomate.
A receita no site: Ingrediente Secreto.
Desde algum tempo que me tornei fã das receitas do Chef Henrique Sá Pessoa, não perco o seu programa, aos Domingos na RTP2.
Depois de ver esta receita, não resisti ao seu creme de limão, é divinal! E com iogurte grego, que eu adoro. Duas combinações perfeitas...
Esta receita e muitas mais, no site... Ingrediente Secreto.
A receita explicada pelo próprio, Chef Henrique Sá Pessoa em vídeo.
Estranho nome, esse de souflé frio!! Souflé frio na realidade não vai ao forno, apenas parece que foi à vista. Uma mera ilusão! A cozinha tem destas coisas... Nem tudo o que parece é!
1 lata de leite condensado
1 lata de polpa de manga
1 laranja (sumo e raspa)
2 pacotes de natas 2x200ml
6 folhas de gelatina
Antes de começar, deve preparar as taças para o souflé frio, corte uma tira de papel vegetal ou folha de alumínio com cerca de 5 cm de largura e com comprimento suficiente para dar a volta ao recipiente. Enrole bem apertada à volta da forma e cole com fita cola, unte com óleo pela parte de dentro.
Agora que as taças estão prontas, a receita é muito simples.
Comece por colocar de molho em água fria as folhas de gelatina.
Misture a polpa da manga com o sumo da laranja e a raspa, adicione o leite condensado e as natas bem batidas. Por fim, leve as folhas de gelatina com um pouco de água ao micro ondas ou ao lume para derreterem e junte ao preparado. Encha as formas com o recheio, fazendo-o subir cerca de 2 cm no papel vegetal. Vai ao frigorifico para solidificar. No momento de servir, retira-se a papel vegetal, fazendo o efeito desejado.
Uma breve nota
Apesar de gostar desta receita, convém utilizar formas pequenas porque é muito forte e enche muito, mas é uma delicia. Se utilizar duas claras em castelo, ficará mais leve e mais fofo ainda.
Cá em casa, é raro ver televisão... Talvez porque não existe televisão por cabo e cada vez mais os programas da televisão dita, generalista, são lixo, excepção da RTP2. Ontem, apesar, dos relatórios que tenho para entregar e de todo o trabalho pendente, a concentração estava no limite mínimo. Por isso, foi tarde de cinema... E que bem, que soube!
Rever A Guerra da Estrelas, episodio um, acompanhada de uma enorme taça de pipocas... Combinação perfeita!
Acho que todos as sabem fazer...
1 copo de milho
1 copo de óleo
açúcar q.b.
Verter o óleo numa panela, bastante grande e colocar ao lume. Quando o óleo estiver quente, rapidamente deitar o milho e fechar imediatamente. Sacudir a panela várias vezes, até que se deixe de ouvir o milho a explodir. Deitar numa taça e polvilhar de açúcar.
Simples... Até a Pintas aprovou!
Uma receita simples mas com um certo requinte, de ovos no forno servidos com pão de sementes torrado.
Para cada tigelinha:
1 fatia de fiambre, ver nota
1 fatia de queijo, ver nota
1 ovo
duas colheres de chá de natas
1 colher de chá de ketchup
sal e pimenta q.b.
manteiga para untar
1 fatia de pão escuro com sementes torrado
Unte a forma individual com manteiga, cubra o fundo com o fiambre picado, queijo e ketchup. Parta um ovo na tigela e acrescente as natas. Tempere de sal e pimenta.
Coloque a forma num tabuleiro e encha-o até metade da altura das tijelas com água. Leve ao forno, a 180ºC cerca de 15 minutos.
Sirva quente com pão torrado com manteiga.
NOTA: Eu fiz com fiambre e queijo, mas podem ser utilizadosingredientes variados... presunto, cogumelos, lascas de peixe fumado até legumes, espargos, espinafre cozidos ou tomate picado. Também pode ser colocado queijo Parmesão ou Gruyère ralado em cima.
Aqui, fica a sugestão do dia, folhado de alheira com puré de maçã.
Receita simples, uma homenagem a uma maravilha da nossa gastronomia.
Continua a busca do menu gourmet...
A Moqueca é uma receita originária do Brasil. Existem inúmeras receitas dependendo da região onde é confeccionada. A mais famosa é a moqueca baiana, que tem como ingredientes essenciais o leite de coco e o azeite de dendê. Se gosta de sabores apurados e leite de coco, não deixe de experimente.
1 cebola
2 dentes de alho
2 colheres de sopa de azeite dende (usei o de lata)
1 colheres de sopa de azeite normal
tomate bem maduro
200 ml de leite de coco
1 pimento vermelho
cubos de tamboril
camarões
sal, pimenta, piri-piri
Pique muito bem a cebola e os alhos. Numa frigideira aqueça os azeites, adicione a cebola e os alhos picados, deixe apurar. Corte aos cubos pequenos o tomate e o pimento e junte ao preparado anterior. Acrescente o peixe e os camarões e tempere a gosto. No final, adicione o leite de coco. Deixe apurar mais um pouco e sirva bem quente com puré.
Anteriormente, coloquei um post com os caracóis. Lindos, com o seu molhinho verde, bem apetitosos.
Deixo-vos hoje com os utensílios necessários a esta entrada.
Parecem de difícil utilização mas na realidade não o são. Uma pinça para os segurar e um garfinho com dois dentes para retirar o dito da carapaça. Acrescenta-se o prato com fundos arredondados para os encaixar na perfeição no forno, sem que rolem de um lado para o outro.
Conselho meu, nada de abusos nem entusiasmo no petisco, contar no máximo uma dúzia por pessoa.
1 pacote de bolacha Maria ou Palitos la Reine
1 lata de leite condensado
1 medida da lata de leite normal
3 ou 4 ovos
2 pacotes de natas
4 colheres de sopa de açúcar
café qb
Separam-se as gemas das claras. Batem-se as gemas, junta-se o leite condensado e o leite normal. Mistura-se tudo muito bem e vai ao lume até levantar fervura e engrossar, mexendo sempre para não pegar. Deita-se no fundo de uma travessa e deixa-se arrefecer.
Faz-se um pouco de café, adoça-se e pode-se colocar alguma bebida. Costumo utilizar brandy ou rum. Molham-se as bolachas ou os palitos nesta mistura e colocam-se em cima do outro preparado.
Por fim, batem-se as claras em castelo, bem firmes e à parte as natas com o açúcar. Envolvem-se as claras nas natas, isso torna-as mais leves e fofas e distribui-se em cima do anterior preparado. Serve-se bem frio. Pode ser decorado com chocolate granulado, raspas de chocolate preto, morangos, cerejas, etc, ao gosto de cada um.
Qual o seu nome ou para que serve este utensílio de cozinha, que mais parece um objecto de tortura?
Utilizado na confecção do bolo deste fim de semana... de deixar ![]()
Na semana passada alguém me perguntou por este molho, aqui fica respondido.
Com a vaga de calor pela qual passamos, cozinhar receitas quentes é um pouco penoso, o calor convida ao descanso total e à preguiça. É altura ideal para inovar na cozinha e confeccionar umas massas frias ou umas saladas bem recheadas. Estas costumam ser servidas com molho de maionese ou cocktail, molhos com muita gordura e fortes. Eu proponho um molho mais leve, mais light, óptimo para manter a linha, cremoso e quase sem gordura - molho de iogurte.
1 iogurte não açucarado
1 colher de kecthup
umas gotas de limão ou lima
pimenta e sal a gosto
A confecção não tem segredos, misturar muito bem todos os ingredientes. Podem existir variações que me parecem aceitáveis: cebolinho, hortelã, salsa ou coentros, ao critério e gosto de cada um.
Sorry no photo :(
Às vezes o sucesso das receitas reside na sua simplicidade e na nobreza dos ingredientes, como esta omeleta de espargos. Uma sugestão para estes dias abafados e quentes, que não apetece estar de voltas dos tachos e panelas.
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