Segue o teu destino. Rega as tuas plantas. Ama as tuas rosas. O resto é a sombra de árvores alheias.

Domingo, 8 de Março de 2015
Pelas Mulheres...

Hoje, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o tema só poderia ser este.

Esta canção é muito mais do que  hino da APAV, é uma alerta à toda a sociedade, que sirva para  despertar a consciência para  o problema da violência . 

“Não aceito, digo não. Nem que o meu grito seja só uma canção.”

"Quem de ama não te agride"

 



publicado por maria mendonça às 16:26
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Sábado, 8 de Março de 2014
Mulheres e Rostos do Islã

Hoje é o Dia Internacional da Mulher.... 
Hoje, neste dia especial, o meu alerta vai para as Mulheres do Islã.
Estas mulheres e muitas ainda meninas, tiveram suas vidas arruinadas. Mulheres que sofreram nas mãos dos seus maridos ou pretendentes, deliberadamente queimadas, escaldadas com água fervendo ou com ácido. Os principais motivos são porque elas ousaram rejeitar algum casamento ou porque queriam o divórcio. 
Infelizmente, em muitos lugares as mulheres continuam a ser tratadas como uma última categoria e qualquer tentativa de mudar este comportamento pode levar a consequências muito tristes.

Ver faces do Islã...

 

 

 

 



publicado por maria mendonça às 17:04
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Terça-feira, 8 de Março de 2011
A todas as mulheres, todos os dias...

 Luísa sobe, sobe a calçada,
sobe e não pode que vai cansada.

Sobe, Luísa, Luísa, sobe,
sobe que sobe, sobe a calçada.

Saiu de casa de madrugada;
regressa a casa é já noite fechada.
Na mão grosseira, de pele queimada,
leva a lancheira desengonçada.
Anda, Luísa, Luísa, sobe,
sobe que sobe, sobe a calçada.

Luísa é nova, desenxovalhada,
tem perna gorda, bem torneada.
Ferve-lhe o sangue de afogueada;
saltam-lhe os peitos na caminhada.
Anda, Luísa, Luísa, sobe,
sobe que sobe, sobe a calçada.
Passam magalas, rapaziada,
palpam-lhe as coxas não dá por nada.
Anda, Luísa, Luísa, sobe,
sobe que sobe, sobe a calçada.

 
Chegou a casa não disse nada.
Pegou na filha, deu-lhe a mamada;
bebeu a sopa numa golada;
lavou a loiça,varreu a escada;
deu jeito à casa desarranjada;
coseu a roupa já remendada;
despiu-se à pressa, desinteressada;
caiu na cama de uma assentada;
chegou o homem, viu-a deitada;
serviu-se dela, não deu por nada.

Anda, Luísa. Luísa, sobe,
sobe que sobe, sobe a calçada.
Na manhã débil, sem alvorada,
salta da cama, desembestada;
puxa da filha, dá-lhe a mamada;
veste-se à pressa, desengonçada;
anda, ciranda, desaustinada;
range o soalho a cada passada,
salta para a rua, corre açodada,
galga o passeio, desce o passeio,
desce a calçada,
chega à oficina à hora marcada,
puxa que puxa, larga que larga,
puxa que puxa, larga que larga,
puxa que puxa, larga que larga,
puxa que puxa, larga que larga;
toca a sineta na hora aprazada,
corre à cantina, volta à toada,
puxa que puxa, larga que larga,
puxa que puxa, larga que larga,
puxa que puxa, larga que larga.
Regressa a casa é já noite fechada.
Luísa arqueja pela calçada.
Anda, Luísa, Luísa, sobe,
sobe que sobe, sobe a calçada,
sobe que sobe, sobe a calçada,
sobe que sobe, sobe a calçada.
Anda, Luísa, Luísa, sobe,
sobe que sobe, sobe a calçada.

António Gedeão

 

 

  



publicado por maria mendonça às 02:36
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