Dia de aniversário do blog e seis anos já passaram...
Como decidir se continuo ou termino este blog? Como se decide terminar um blog? Como se faz? E o que existirá depois desse dia?
A Quinta da Ribeira, casa de campo na qual vivi e que deu origem ao nome deste blog não existe mais... por isso, fará sentido continuar?
Será que o objectivo e o propósito com que iniciei o blog, continuarão, depois desta mudança?
2014, ano novo, vida nova, casa nova... Blog novo? Quem sabe...
Em meditação...
Um ano que termina, um mês que começa e o ano de 2014 a iniciar...
Votos de um ano excelente, muito sucesso a todos os níveis, saúde, amor e paz. A felicidade é um caminho, não é um destino, nem uma crença... Permitam-se serem felizes...
"Já pensaram em sair desta fábrica de ansiedade, serem amigos da paciência, andarem mais devagar? Fazerem as coisas passo a passo? Sentirem o perfume dos alimentos? E desfrutar das belezas que a natureza nos oferece todos os dias?"
Augusto Cury
Amigos verdadeiros podem passar longos períodos sem se falar e jamais questionar essa amizade. Quando eles se encontram, independente do tempo e da distância, parecem que se viram ontem.
A vida é mesmo assim, dias de muitos e dias de nada....
Por vezes, a nossa vida parece estagnar e nada acontece de novo, instala-se um tédio... E de repente, surge a oportunidade de embarcamos em novas aventuras, novos destinos, novas pessoas e novos sorrisos... Dizem que a sorte protege os audazes.
A vida é como andar de bicicleta, avançar sempre em movimento, se pararmos caímos!
"Durante todo o verão as árvores da floresta
Tinham oferecido suas folhas para o orvalho e brisa;
Mas, cresceu mais frio o sol de outono
E, enfraquecendo lentamente, um por um
As folhas vieram descendo pelo ar
Até que em breve os ramos foram todos descobertos."
How the Birds Came - Arthur Guiterman (tradução)
Viver no campo, faz andar o relógio mais lentamente, faz-nos apreciar as coisas boas da vida, o silêncio... e cura muitas fobias e medos.
Antes de morar nesta casa, sempre morei em cidades e em apartamentos. A máximo de animais com que convivia, era os domésticos e os peixinhos. Tinha pavor a qualquer bicho rastejante, aranhas, insectos, lagartixas, tudo o que pertencesse ao campo dos bichinhos não domésticos, eu morria de medo.
Agora, admiro-os imenso, são animais que apenas tentam sobreviver. Aprendi a conviver pacificamente com eles, a ver como são animais belos. Como este gafanhoto verde, que estava a tentar fazer da minha roseira, a sua casa....
Parar o tempo, contemplar o belo, fazer das pequenas coisas um espectáculo aos nossos olhos. Aprender a ver com os olhos do coração e viver suavemente...
Chegou a hora de recolher a rede...
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