Andava, ontem pelo jardim a tentar fotografar umas borboletas, que teimavam em não aparecer... Já um pouco frustrada, estava de regresso à sala de estar quando me cruzei com uma libelinha...
Ainda, não tinha visto nenhuma este verão. Foi uma pena porque que tive apenas alguns segundos para captar a sua beleza...
Esta é bem diferente da que captei em 2010, partilhada neste post.
Moral da história, às vezes, basta mudar o foco da nossa atenção e vemos libelinhas...
Passeando pelo jardim, encontrei uma libelinha e captei o momento!
A libélula, conhecida como libelinha, é um insecto que se alimenta de mosquitos e moscas, por isso, são úteis no controlo dessas populações. Sê bem vinda, pois já andava a ser picada demais.
Em baixo, apreciem o pormenor das asas, parecem rendilhadas...
Muito bonita!
Encontrei este Louva-a-Deus pousado numa magnólia. Por vezes só descubro a beleza das criaturas mais pequenas quando as fotografo, este foi um dos casos. Depois de a ver corri a casa para pegar a máquina e depois através da objectiva percebi a beleza e a pose fotogénica deste insecto. A sua cabeça triangular e os seus olhos virados para a máquina, fizeram dele um belo modelo.
O nome popular deste insecto deve-se ao facto de que quando está pousado a sua posição faz lembrar uma pessoa a rezar.
Para mim que evito ao máximo a utilização de pesticidas, estes insectos são muito bem-vindos, pois têm um apetite grande por moscas e afídeos, e assim controlam as pragas do meu jardim.
Desde que tratei do canteiro das roseiras, elas ganharam uma nova vida. Estão saudáveis, viçosas, cheias de botões e nada de doenças. Daqui a poucos dias, acho que estarão cheias de rosas abertas, apesar de já estarmos a caminhar para o Outono.
Como qualquer jardineiro que se preze, mesmo os amadores, todos os dias vou ver como estão a evoluir, pois com tanto desenvolvimento é normal que apareçam uns ladrões. Para quem não sabe, chamam-se ladrões a rebentos que nascem abaixo do enxerto e que retiram toda a força à roseira, pois crescem muito mais que qualquer outro rebento. Normalmente não se devem cortar com a tesoura mas sim arrancar, mesmo que o ponto de nascimento esteja debaixo de terra, o que acontece algumas vezes.
Foi numa dessas inspeções que surgiu este desconhecido, pousado calmamente numa das folhas. Como não tinha ar de feroz deixei-o ficar. Pareceu-me ser um gafanhoto verde, muito bem disfarçado.
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