Para todos os que passam por este meu cantinho, desejo um Feliz Natal, com muito amor, paz e alegria.
Este ano a mesa da ceia de Natal terá umas novidades, vindas de longe. Doces típicos do Algarve, feitos com a maior dedicação, por mãos sábias, aliadas à simpatia de quem sabe confeccioná-los. Chamam-lhe Doce Fino e na realidade são doces feitos com massa de amêndoa e fios de ovos. Uma verdadeira delícia, de fazer esquecer qualquer dieta!
Estes docinhos atravessaram quase o Portugal do Sul para o Norte, por isso são especiais.
Aproveito para desejar a todos os visitantes do meu "cantinho" um Santo Natal, na companhia dos que lhe são mais queridos.
Entramos na época festiva, a mais aguarda por todos nós. Nesta quadra as compras são feitas numa correria, como se fosse uma obrigação, a aquisição de algo, para presentear alguém. É sempre bom receber e oferecer lembranças, mas não qualquer coisa, comprada nos chineses ou nos grandes grupos económicos espanhóis, importados da Índia ou desse mundo fora, recorrendo a exploração humana.
Eu escolho Portugal, porque tem bons produtos regionais, que são a nossa maior riqueza. Além de adquirir bons produtos, sou recebida sempre com um sorriso e de braços abertos, ajudo a economia portuguesa que bem precisa.
Em luta pela defesa dos consumidores e dos produtos nacionais, faça as suas compras no comércio tradicional adquirindo produtos regionais, ajudando a economia local.
Para esta quadra a minha escolha recaiu em vários licores do Algarve, compotas e bolinhos tradicionais.
Estou certa, que farão a delícia da minha família.
Nesta época natalícia, habitualmente, os visitantes questionam-me sobre esta receita...Filhoses de Abóbora.
Falha minha, pois ainda não estava publicada.
400g de abóbora cozida em puré
60g de açúcar
1 cálice aguardente
sumo de uma laranja
2 ovos
1 dl de leite
25g de fermento padeiro
400g de farinha
óleo q.b.
açúcar e canela q.b.
Misture muito bem todos os ingredientes, excepto a farinha. Se seguida, junte a farinha e deixe a massa repousar meia hora, a levedar.
Aqueça bem o óleo, e com ajuda de duas colheres da sopa, retire pequenas porções de massa e frite-as. Escorra em papel absorvente, repita até terminar a massa. Passe as bolinhas por açúcar e canela, ainda quentes.
Cá em casa já cheira a Natal! Canela e açúcar são uma combinação perfeita!
Fiz as primeiras rabanadas, aproveitei para experimentar um receita diferente da tradicional. Acho que ficaram mais saborosas, mas esta receita rende muito pouco, pois só consegui fazer cerca de 10 rabanadas.
Habitualmente, passo o pão por leite aromatizado e de seguida por ovo, mas para estas fiz um único "polme", o que torna tudo muito mais rápido e utilizei natas, para ficarem mais macias.
Cada país tem as suas tradições natalícias, se por cá se enfeitam as mesas com rabanadas, filhoses, formigos, aletria, arroz doce, bolo rei e afins....
Por terras gaulesas não pode faltar a buche, que mais não é do que o famoso tronco de Natal. A primeira vinda da confeitaria feita de genoise e creme de baunilha, a segunda é feita de gelado.
Uma verdadeira tentação para os gulosos!! Após os Natal surgem as primeiras dietas...pois!
Ainda, a pensar na pausa do Natal.
Paris será sempre Paris! Cidade das luzes e dos apaixonados, e eu cada vez mais apaixonada por ela!
Na mesa de Natal houve filhoses em versão dupla, as simples e as de abóbora (ver receita). Estas últimas uma experiência muito boa. Colocarei a receita mais tarde.
A cozinha no seu modo mais criativo e mais infantil... tradicao importada dos EUA.
Há uns anos atras fiz a casa de gengibre, uma verdadeira brincadeira de criança. Foi difícil encontrar a receita e acertar nas medidas das bolachas para montar a casa no final. Tudo nesta casa é feito de açúcar e tudo é comestível, a lembrar a casinha de chocolate do conto tradicional. Para mim foi como realizar uma obra de arte, acho que qualquer dia quero repetir...
Uma verdadeira tentação para as crianças e para os adultos!
Este sim, será um Natal muito branco e muito frio...
Desejo a todos os meus visitantes um Feliz Natal!
A todos os meus leitores e visitantes, desejo um Santo Natal cheio de amor e carinho.
Como sempre nesta altura muitas rabanadas, filhoses, bolo-rei, sonhos, ... e muito tempo passado na cozinha, e na mesa a degustar os magníficos doces.
Boas Festas
Para começar mil perdões a todos os visitantes que passaram por aqui e que encontraram o blog um pouco parado. Realmente entre o fim das aulas, as reuniões e o Natal, o tempo foi escasso para as actualizações habituais.
Na véspera de Natal, durante a preparação da ceia cá na Quinta, entre as rabanadas e o bolo rei, o meu pensamento vagueou várias vezes por estas paragens, para com todos os amigos que fiz através deste mundo virtual. Espero que tenham passado um Santo e Feliz Natal, rodeados dos que mais amam.
Mais tarde colocarei as sobremesas que fiz e todas as novidades, mas para começar apresento-vos a mais sortuda de todos as cadelas, a Pintas. A Pintas é aceite como membro da família e por isso até tem direito a presentes como gente grande. Esta galinha punk tem sido o delírio, foi um prenda da minha sobrinha C.. Desde que percebeu que o brinquedo é dela que não o larga.
Enfim, olhando para o divertimento dela, chego à triste conclusão que até para ser cão é preciso sorte, uns com tudo e outros sem nada.
Sendo eu natural de Trás-os-Montes, Natal é sinónimo de presépio. Ainda não há muito tempo, eu e os meus primos ansiavamos pelo Natal e chegados a casa dos meus avôs, deitavamos mãos à obra na sua construção. Corriamos pelos campos na busca do melhor e maior musgo. Ao adulto que nos acompanhava cabia-lhe a tarefa de nos arranjar o pinheiro. Eram dias frios, mas nem isso nos fazia desistir da importante tarefa. O local dele dentro da casa era estratégico, sempre na entrada e em cima de uma mala muito velhinha, começavamos sua elaboração. Desembrulhavamos as figuras com muito cuidado mas sendo nós crianças, às vezes aconteciam azares e nos últimos anos já havia algumas sem umas lascas. Em relação ao Menino Jesus, escondiamo-lo até à meia noite do dia 24 e só nessa altura um de nós o colocava na caminha de palhinhas. Para nós o Seu nascimento era um acontecimento importante.
Apesar de agora nem sempre ir a Trás-os-Montes, não deixo de manter a mesma tradição. Em minha casa não pode haver Natal sem presépio. O presépio foi comprado já há uns anos e foi difícil de encontrar, mas tinha de procurar o mais parecido com a minha infância. Já pensei em aumentar as figuras mas não tenho encontrado mais. Para mim presépio é este, com os pastores, as ovelhas, os Reis Magos, a vaca, o burro, Nossa Senhora e São José e o Menino. Se ainda me lembro do da minha avó faltam-me duas figuras: o galo que colocavamos em cima da cabana e o anjo da guarda que penduravamos na árvore.
Até a cadela já se acostumou a ele. Nos primeiros dias andou de volta de uma ovelha. Ia sempre buscar a mesma mas depois lá deve ter entendido que não era para mexer e agora pode ficar sozinha na sala que não lhe toca.
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