Este ambiente crispado e negativo promete agudizar-se nas próximas semanas. Com efeito, até ao dia 31 de Outubro, se até lá nada for feito, as escolas estão obrigadas por lei a fixar o calendário da avaliação docente para o ano lectivo que agora começou. Pior ainda, sucedem-se os Directores que teimam em recusar avaliar os docentes que não entregaram os objectivos individuais, aumentando a instabilidade e a revolta.
Independentemente das alternativas que importa construir de forma ponderada, é urgente que a Assembleia da República decida sem demoras parar já com as principais medidas que desestabilizaram a Educação, sob pena de arrastar o conflito em cada escola e nas ruas.
Porque a escola não pode esperar mais, os subscritores deste manifesto apelam à Assembleia da República que assuma como uma prioridade pública a suspensão imediata do actual modelo de avaliação de professores, a revogação de todas as penalizações para os que não entregaram os objectivos individuais e o fim da divisão da carreira docente. Sem perder mais tempo.
Não podemos esperar mais. A Educação também não.
Subscrevem:
Os blogues:
A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote),
ProfAvaliação (Ramiro Marques),
Correntes (Paulo Prudêncio),
(Re)Flexões (Francisco Santos),
Outròólhar (Miguel Pinto),
O Estado da Educação (Mário Carneiro),
O Cartel, Octávio V Gonçalves (Octávio Gonçalves)
Os movimentos:
APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino),
MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores),
Promova (Movimento de Valorização dos Professores),
MEP (Movimento Escola Pública)