Sempre defendi que as nossas cidades devem ser mais verdes. Estas devem ser dotadas de mais espaços verdes, sejam eles, jardins e parques, jardins exteriores, interiores, paredes verdes, coberturas verdes etc. Além de diminuir o impacto visual das estruturas de cimento, benificiam o nosso ambiente, o nosso bem estar e acredito que aumenta a nossa felicidade. Infelizmente, durante décadas os arranjos urbanísticos foram completamente descurados e existiam inúmeros concelhos sem PDM, ou com PDM completamente desadequados com o crescimento demográfico. Acredito que estamos a entrar numa era de mudança, fruto de uma geração mais atenta ao meio ambiente e ao bem estar do ser humano. A realização de um jardim vertical, uma cobertura verde, ou mesmo um jardim interior não é tão fácil quanto parece à primeira vista. Para a execução de qualquer um destes jardins há necessidade de conhecer as espécies de plantas, as estruturas, a impermeabilização necessária, a irrigação... etc.
Neste sentido, divulgo um curso dirigido a arquitectos/arquitectos paisagistas, urbanistas, técnicos da área do projecto de jardins, empresas de construção de jardins, estudantes de arquitectura/arquitectura paisagista, projectistas, designers e decoradores.
Estes cursos são organizados pelo Jornal Arquitecturas , a realizar em Lisboa e Porto, no mês de Outubro, com o apoio da Monteiro e Ricou, empresa de horticultura e jardinagem e com os arquitectos Luís Paulo Ribeiro e Catarina Viana, da Topiaris e o engenheiro Diogo Ricou, da Monteiro e Ricou, serão os formadores em novas técnicas, métodos de projectar e instalação de jardins.

Em jeito de continuação deste post publicado à uns meses e retomando a história dos sacos de plástico, li no Público que PS anuncia a intenção de legislar redução do uso de sacos de plástico. Mas o estranho é que o PS foi o único partido que não apresentou nenhum projecto para a redução na utilização de sacos de plástico. Atendendo à quantidade de sacos que entra nas casas dos consumidores em geral e sabendo das centenas de anos que demoram a decompor-se, não está na altura de unir esforços em fazer alguma coisa? Será esta a herança que queremos deixar às gerações vindouras?
Porque razão se fala disto à tanto tempo e parece que todos têm boa vontade mas nunca passa disso?
"Com os elevados preços do petróleo, o mundo não se pode dar ao luxo de não se tornar 'verde'".
Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas,
Uma nova campanha da Sociedade Ponto Verde está a chegar!
Esta campanha pretende continuar a educar e informar as pessoas sobre o porquê de reciclar e de como fazê-lo correctamente.
Sabia que, apenas:
Por isso, latas de bebidas, latas de conservas e iogurtes devem ir para dentro do ecoponto amarelo!
E já agora alguns conselhos de forma a tornar o processo de reciclagem mais eficiente:
Afinal, separar é um pequeno gesto, mas faz toneladas de diferença.
O Projecto "Arca de Noé das Plantas" tem como objectivo a preservação das espécies existentes e poder restabelecer a biodiversidade na Terra, em caso de catástrofe global.
"A Arca" vai guardar amostras de cada espécie existente em todo o Mundo e Portugal já contribui 793 espécies para a colecção.
O projecto pertence ao Governo Norueguês e custou mais de 6 milhões de euros, foi construído no Árctico a 120 metros de profundidade. As espécies poderão ser guardadas durante centenas de anos.
Esperemos que nunca venham a ser utilizadas!

Já alguém pensou em ver um edificio como sendo um organismo vivo e não apenas cimento?
Pelos visto sim, num bairro Seoul, encontra-se uma loja onde o próprio edifício é um orgnismo vivo. Neste caso uma planta chamada Pachysandra terminalis, que é um herbáceo perene que literalmente cresce nas paredes.
Fantástico, assim as nossas cidades seriam bem mais bonitas...
(a saber mais no Portal do Jardim)
Isto do aquecimento global está mais próximo do que as pessoas alguma vez imaginaram. Ao ver o noticiário da Sic hoje, ouvi algo que me chamou a atenção. Por causa da falta de chuva, as bacias hidrográficas estão em baixo, isto é, não há água. Barcelona prepara-se para ser abastecida por navios tanque. Desde os tempos de escola que sempre ouvi dizer que era preciso poupar água, que a água é um bem escasso e que na maioria das vezes é mal utilizada e desperdiçada. Sempre achei que isso não seria para a minha geração mas para as gerações futuras só que pelos visto isso já está acontecer.
Por isso deixo aqui o alerta:
quando lavarem os dentes e lavarem a louça fechem a torneira,
passem a tomar duche,
lavem o carro com um balde e não com a mangueira,
utilizem a máquina da louça e roupa sempre com carga máxima,
antes de plantarem relvado, pensem duas vezes.
Façam isso por mim...
Eu agradeço, já hoje! Obrigada.
(imagem retirada do blog: Change the World no Sapo)
... a média de utilização de uma saco de plástico é de 12 minutos e que demora centenas de anos a decompor-se?
Como é possivel que sabendo isto, continuemos a utilizar sacos e sacos de plástico? Basta reparar num grande superficie durante o fim de semana, para nos darmos conta da quantidade de sacos utilizados que mais tarde irão parar ao lixo.
O governo chinês proibiu a distribuição gratuita de sacos plásticos a partir de 01 de Junho para reduzir o desperdício e a poluição, e em Portugal o que fazemos?
O governo recuou na cobrança de 5 cêntimos, porque já existia uma taxa paga à Sociedade Ponto Verde por cada saco, e continua a estudar medidas alternativas à utilização do saco de plástico. Da última vez que estive no estrangeiro, há quatro anos, já não se utilizavam os vulgares sacos, todos tinham sacos de plástico grandes, mais resistentes e reutilizáveis onde se colocavam as compras que depois eram descarregadas em casa e os sacos guardados para as próximas compras. Esses sacos eram pagos e quando se deterioravam os hipermercados trocavam-os por novos.
O estudo utilizou parâmetros distribuídos por várias categorias, tais como: poluição do ar, recursos de água, alterações climáticas, etc que serviram para avaliar a qualidade ambiental e a o ecossistema de cada país. O 1º lugar é ocupado pela Suiça.
http://www.destak.pt/artigos.php?art=7452
O que se faz na Quinta pelo meio ambiente?
Hoje comecei por pensar que hábitos tinhamos antes e que foram sendo alterados em prol do meio ambiente... Inicialmente de nada me lembrava, pois já estão muito enraizados mas aos poucos começaram a surgir as ideias. Realmente, depois da mudança de casa e com o maior contacto com a natureza, alguns hábitos foram alterados:
1-Utilizamos quase sempre pilhas recarregavéis.
2-O banho passou a ser sempre um rápido duche.
3-Toda a erva cortada do jardim, assim como alguns detritos da cozinha vão para compostagem.
4-Separamos o lixo: plástico, cartão e vidro etc.
5-As lâmpadas passaram a ser economizadoras.
6-Compramos sempre recargas para o detergente da máquina de lavar roupa, etc, pena que poucas marcas as tenham.
7-Nas compras damos preferência a vegetais que não estejam pré-embalados.
8- Na compra de qualquer produto temos em atenção toda a embalagem que o acompanha.
9- Fechamos a torneira quando lavamos os dentes.
10- As máquinas da louça e roupa são usadas sempre com a carga máxima e em programas eco.
Se todos nós contribuirmos um pouco, o ambiente agradece! E afinal não custa nada...
Já tinha ouvido falar desta iniciativa mas só hoje tive oportunidade de saber mais sobre ela.
A Resioeste, uma empresa de tratamento de resíduos da região do Oeste vai distribuir pelos agregados familiares, compostadores.
Tendo em conta que o lixo está aumentar, levar a população a reciclar parte do seu lixo é uma boa iniciativa. O processo de compostagem consiste em transformar alguns restos de comida, relva e folhas em adubo orgânico. Assim conseguem diminuir o lixo que vai para os aterros e transformá-lo em adubo para as plantas.
Para mim isto não é novidade, visto que esse hábito já existe cá na Quinta, tudo o que serve para a compostagem é colocado na caixa existente no jardim. E sem dúvida que a quantidade de lixo reduziu e as plantas agradeceram. Gostava de ver esta iniciativa alargada a todo país, o ambiente agradecia.
São pequenos gestos no nosso dia-a-dia que contribuem para a protecção do ambiente.
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